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~saude

Software médicoque nasce em conformidade

Prontuário, telemedicina e prescrição digital construídos sobre os requisitos regulatórios — na modelagem, não como camada final. Do zero ao primeiro paciente em 14 semanas.

  • CARTILHA CFM/SBIS
  • LEI 14.510/2022
  • LGPD
  • ICP-BRASIL
  • HIPAA
  • GDPR
  • HL7 / FHIR
01CONFORMIDADE

O vocabulário que
seu jurídico fala

Abaixo, o que cada norma exige na prática — em português, não em sigla solta.

Brasil

Cartilha CFM/SBIS
O conjunto de requisitos para sistemas de registro eletrônico em saúde. O selo SBIS não é obrigatório por lei, mas é o principal instrumento para demonstrar que esses requisitos foram cumpridos.
NGS1 e NGS2
Níveis de garantia de segurança. NGS1 trata de controle de acesso e autenticação. NGS2 acrescenta assinatura digital com certificado ICP-Brasil — e é ele que permite o prontuário ser 100% digital, sem impressão em papel.
Lei 14.510/2022
A lei federal que regulamenta a telessaúde no Brasil desde dezembro de 2022. Está acima da resolução do conselho — e é ela que exige assinatura eletrônica qualificada, com certificado ICP-Brasil, em toda receita, atestado ou laudo emitido a partir de prontuário remoto.
Resolução CFM 2.314/2022
A norma do Conselho Federal de Medicina que detalha a conduta do atendimento mediado por tecnologia digital, sob a lei acima. É o texto que decide o que a sua plataforma pode e não pode fazer no dia a dia.
LGPD
Dado de saúde é dado sensível. Muda base legal, prazo de retenção e o que precisa ficar registrado em log de acesso.

Exterior

HIPAA
A norma americana de privacidade e segurança de dados de saúde. Define controle de acesso, trilha de auditoria, cifragem e o contrato de responsabilidade com fornecedores.
GDPR
Base legal para dado sensível na União Europeia, com direito a acesso, correção, portabilidade e exclusão implementados no produto — não no suporte.
HL7 / FHIR
O padrão de interoperabilidade clínica. É o que permite trocar dado com outro sistema de saúde sem exportar planilha no meio do caminho.

A BRDCO não emite certificação. Construímos seguindo esses requisitos e, quando o projeto exige selo formal, conduzimos o processo junto ao órgão competente.

02PRODUTOS

O que construímos
para a arcmed

Quatro produtos da Arcmed Tecnologia em Saúde, com engenharia BRDCO de ponta a ponta. O produto é deles; o sistema por dentro, a gente mostra — clique num card.

03PERGUNTAS

O que perguntam
sobre saúde

Resposta direta, incluindo quando a resposta é não.

Vocês são certificados pela SBIS?

Não. A certificação SBIS é concedida a um produto específico, não a uma agência. O que fazemos é construir seguindo os requisitos da Cartilha CFM/SBIS desde a modelagem, de modo que o produto tenha condição de passar pela certificação quando você decidir buscá-la — e conduzimos esse processo junto ao órgão se for o caso.

O que a Lei 14.510/2022 muda para a minha plataforma?

É a lei federal que regulamenta a telessaúde desde dezembro de 2022 — acima da resolução do conselho. Na prática: toda receita, atestado ou laudo emitido a partir de prontuário remoto precisa de assinatura eletrônica qualificada, com certificado ICP-Brasil. Se a sua plataforma emite documento clínico, isso não é opcional.

Dá para ter prontuário 100% digital, sem papel?

Dá — esse é exatamente o nível NGS2 da Cartilha CFM/SBIS: o controle de acesso do NGS1 mais assinatura digital com ICP-Brasil. Sem ele, a operação imprime porque a assinatura não tem valor legal; com ele, o papel deixa de ser exigência.

E LGPD — existe certificação?

Não existe certificação oficial de LGPD: a ANPD não credencia ninguém para emitir selo, e selos privados não têm validade oficial. O que existe é implementação correta — dado de saúde é dado sensível, o que muda base legal, prazo de retenção e o que fica em log de acesso. É assim que construímos.

04CONTATO

Vamos olhar o seu
caso

30 minutos, sem compromisso. A gente entende o problema e diz se consegue resolver — inclusive quando a resposta é não.

contato@brdco.com.br